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terça-feira, 25 de março de 2014

Representações minimalistas dos Movimentos Artísticos, uma idéia genial!

O designer gráfico e ilustrador francês Outmane Amahoucriou uma série inteligente de cartazes minimalistas como um guia acessível e intuitivo ao mundo da arte contemporânea.

A série  intitulada " Minimalist Art Movement Posters", apresenta formas individuais e blocos sólidos de cor, onde foram incorporadas as cores de cada movimento. 
Por exemplo:
Azul para o impressionismo, vermelho ousado para Pop Art  e o simples preto e branco para o minimalismo.

Cada objeto é uma representação icônica de um artista famoso desse período de tempo . Vemos um rosto fragmentado por Pablo Picasso, o cachimbo de René Magritte e famosa lata de sopa de Andy Warhol.Quando perguntado sobre o projeto, o artista disse: 
"A série nasceu da minha observação. Quando imagino um movimento de arte, na minha mente eu vejo uma forma minimalista tirada de uma famosa obra . Por exemplo, quando eu penso do surrealismo, a primeira imagem que vem à minha mente é um relógio derretendo." 









quarta-feira, 12 de março de 2014

Paleta de cores de grandes mestres da pintura.

Olá amigos,

Encontrei uma matéria muito interessante sobre a paleta de cores usada por grandes mestres da pintura em algumas de suas pinturas mais famosas.
O texto está em inglês, mas colocarei aqui somente a imagem da pintura com a paleta de cores ao lado, deixando também o endereço do site para que os interessados possam ver a matéria por completo.
Um abraço,

Lilian

A Mona Lisa de Leonardo da Vinci

The Mona Lisa
Mona Lisa
Pintada entre 1503 e 1506 em Florença - Itália.


Três músicos de Pablo Picasso

Three Musicians
Three Musicians
Pintado noverão de 1921.

  Persistência da Memória de Salvador Dalí

Persistence of Memory by Salvador Dalí
PersistanceOfMemory
Pintado em 1931.


A lagoa das Ninféias de Claude Pierre Monet

The Water Lily Pond by Claude Pierre Monet
Lily Pond

Noite estrelada de Vincent van Gogh

Starry Night by Vincent van Gogh
Starry Night
Pintado em 1889.

  O nascimento de Vênus de Sandro Botticelli

The Birth of Venus by Sandro Botticelli
The Birth of Venus
Sugere-se que a pintura pode ter sido feita em 1483

  Harmonia em vermelho de Henri Matisse

Harmony in Red by Henri Matisse
Harmony in Red
Criado em 1908.

  Marilyn Monroe de Andy Warhol

Marilyn Monroe by Andy Warhol
Marilyn

O passeio de Pierre-Auguste Renoir

La Promenade by Pierre-Auguste Renoir
La Promenade

O grito de Edvard Munch

The Scream by Edvard Munch
The Scream

Os amantes de René Magritte

Les Amants by René Magritte
les amants
Pintado em 1928.

Nº. 5 de Jackson Pollock

No. 5 by Jackson Pollock
No. 5 1948
No. 5, de 1948 é uma pintura abstrata.


Fonte:
http://www.colourlovers.com/blog/2007/06/20/color-inspiration-from-the-masters-of-painting/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Pesquisadores afirmam que "Mona Lisa" era um homem.




E a polêmica sobre quem seria o modelo usado para pintar a "Mona Lisa" continua...

Pesquisadores italianos especializados em Arte, asseguram: A pessoa que posou para o retrado da "Mona Lisa", era um jovem assistente de DaVinci, chamado Gian Giacomo Caprotti, mas conhecido como Salai. Inclusive, foi, dizem, sua musa e seu modelo para vários quadros. Os dois homens mantinham uma relação "ambígua" e é possível que fossem amantes. Salai começou a trabalhar com o artista aos 16 anos e permaneceu a seu lado durante 25 anos. 

Segundo Silvano Vincenti, presidente do Comitê Nacional para a Valorização dos Bens Históricos, o mestre deixou indícios, pintando nos olhos da Gioconda uma minúscula letra L de Leonardo e uma S de Salai. Para chegar a estas conclusões, sua equipe baseou-se em uma análise de reproduções digitais de grande qualidade.    O Louvre, proprietário da obra, não acredita nesta tese. "O quadro foi submetido a todas as análises de laboratório possíveis em 2001 e em 2009. Não foi encontrada nenhuma inscrição (letra ou cifra) durante estes exames".      

Mas Vincenti destaca a grande semelhança entre os traços dos rostos dos protagonistas de "São João Batista" e "Angelo Incarnato" que tiveram Salai como modelo, principalmente com o nariz e a boca da "Mona Lisa".






terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Arte Celta.

A arte tinha duas funções principais: Religiosa e Bélica. 
Os restos arqueológicos celtas indicam que este povo viveu na zona ocupada atualmente pela França e o oeste da Alemanha no final da Idade do Bronze, por volta de 1200 a.C. Este capacete de bronze (acima no centro) provavelmente pertenceu a um guerreiro celta de alta graduação. Os chifres ocos eram feitos com lâminas de bronze reforçadas; o capacete era utilizado nos desfiles e não nas batalhas. A bainha (o terceiro objeto à esquerda), feita também com lâminas de bronze reforçadas, era revestida de casca de bétula.

 

Na religião ela estava presente em pinturas e esculturas usadas para espantar maus espíritos ou para reverenciar a Natureza e seus deuses. Normalmente eram os umbrais das casas que ostentavam os objetos artísticos. Já na guerra, arte estava na decoração de espadas, escudos, capacetes, etc.

 

A maior parte da arte celta é decorada com projetos abstratos. A forma ondulada gravada neste pote encontrado no Castelo Maiden, um grande forte celta em Dorset, é um claro exemplo desta prática.


História
Arte celta foi influenciada pelos povos circunvizinhos, como os gregos, etruscos, persas e até os romanos. Nem por isso a arte celta deixou de ter um espaço especial na história da arte, já que é considerada, atualmente, a primeira contribuição não-mediterrânea à arte Européia. Até mesmo os temas emprestados da arte Greco-Romana sofriam “releituras”. Arte céltica foi importante na medida em que desenvolveu um estilo todo próprio, que muitas vezes opunha-se ao classicismo de Roma e da Grécia. Em outras palavras os celtas anteciparam em vários séculos as correntes artísticas que propunham inovar a arte tida como oficial.

A arte celta é dividida em dois períodos (assim como a história da própria civilização): Hallstat e La Tène. O desabrocho artístico ocorreu no período lateniano, onde o estilo celta se espalhou e se integrou com as expressões artísticas da época.


Características
Como já foi dito, a arte celta inovou as artes. Isso se deve a um estilo extremamente peculiar.
Tinha-se grande preferência por temas ligados a natureza: árvores, flores, animais e seres sobrenaturais zoómorfos. Tais temas eram mais comuns que figuras humanas, no entanto, estas também existiam.

 

O “estilo celta” preferia os compassos, que destorciam e compunham figuras recheadas de espirais, elipses e outras formas curvilíneas entrelaçadas e, por vezes, organizadas de modo concêntrico, a formar representações quase abstratas.


Música Significado Os celtas sempre estiveram muito ligados à religião, e assim como quase toda as expressões de sua cultura, a música também estava intimamente relacionada a temas de cunho religioso. Tanto que os músicos eram – em sua maioria – ligados a classe sacerdotal dos Druidas. A música ou, mais precisamente, o tocar dos instrumentos era considerado uma manifestação do mundo dos espíritos. Sendo assim, o músico era um ser privilegiado, pois suas faculdades lhe permitiam captar pequenas manifestações do Outro Mundo, e desta forma, ele traduzia aquilo que absorveu para a música. Exatamente por este motivo, é comum a temática musical celta estar ligada aquilo que eles mais respeitavam: a Natureza. Um bosque, a brisa, a alvorada, o outono – ou qualquer outra estação – enfim, cada pequeno movimento da Natureza carrega um som, e era função do músico senti-lo e traduzi-lo em música. Com o advento da cristandade no mundo céltico, toda esta conotação entre religião e música, de certa forma, se perdeu. No entanto, os “motivos ligados a Natureza” mantiveram-se vivos, e até hoje estão presentes no trabalho de cantores e instrumentistas contemporâneos.
Instrumentos
Os instrumentos celtas são todos bem característicos, isso porque a música folclórica irlandesa conservou fortes traços da música celta. E através desta herança rica e ímpar, a Irlanda lega ao mundo esplendorosas sonoridades, todas com um estilo único e incomparável.

 
A vasilha de prata conhecida como o caldeirão Gundestrup constitui um dos mais enigmáticos vestígios do mundo celta. Decorado em alto-relevo, apresenta cenas que oferecem uma visão dos mitos e da religião celta, embora seu significado preciso permaneça oculto. As figuras representadas eram originariamente revestidas com folhas de ouro e tinham olhos de cristal azul e vermelho.

Pois bem, mais um exercício mental. Pense na Irlanda, pense na música irlandesa. Que instrumentos lhe vêm a mente? Acho que muitos responderão a harpa ou a flauta. Agora, pense na música escocesa. Qual o primeiro instrumento que você imagina um escocês tocando? A maioria, certamente, dirá a Gaita de Foles.
As características da musicalidade celta foram absorvidas pela cultura mundial, portanto, a grande maioria das pessoas tem, ainda que vaga, uma idéia sobre o que foi – ou melhor – o que é a música e os instrumentos que estavam presentes no folclore ancestral.

Além da flauta, harpa e gaita de foles, que já foram citados, ainda resta um importante instrumento – de percussão – chamado Bodhran. Feita as devidas apresentações, vamos conhecer um pouco mais sobre estes instrumentos.

Flauta – A flauta é um instrumento que ao longo da história conheceu inúmeras variações, inclusive uma das variações é conhecida como flauta celta ou Feadan. Este tipo de flauta, pertence à classe das flautas de bico (em oposição às flautas transversais). Em composições musicais provenientes ou inspiradas no folclore celta é fácil perceber a importância da flauta, sendo um instrumento que proporciona identidade à música por meio de um ritmo encontrado somente neste estilo de composição musical.
Harpa – A presença da harpa na cultura celta é inegável, tanto que a Irlanda fez deste instrumento um de seus símbolos nacionais. Este instrumento de cordas é bastante antigo, surgiu na África por volta do ano 2000 a.C., no entanto, o modelo mais conhecido – chamado modelo triangular – surgiu no século IX na Europa. Com o passar dos anos surgiram duas variações deste mesmo modelo, e uma delas ficou conhecida como harpa irlandesa ou celta. Este tipo particular de harpa, cujo nome em gaélico é Clasrsach, difere-se pela sua coluna curva e seus sete ditals  ou alavancas que são pressionadas com os dedos para mudar a afinação das cordas. Na sociedade celta, os harpistas eram considerados pessoas privilegiadas por ter o dom de tocar este instrumento.
Gaita de Foles – A origem deste instrumento é discutível. Crê-se que se surgiu na Ásia e os romanos a levaram para a Escócia, onde criou raízes e tornou-se um símbolo nacional. Neste instrumento de sopro, o ar é retido em uma bolsa – chamada odre – e, posteriormente, ele é dirigido aos tubos de saída providos de palhetas.
Bodhran – O bodhran é um instrumento bastante peculiar na música celta. É uma espécie de tambor, onde o couro de algum animal é esticado sobre um arco de madeira. Tradicionalmente, a matéria-prima do arco é o tronco de freixo (árvore de madeira amarelada e dura, comum na Europa) e o revestimento é feito com pele curtida de cabra, cervo ou bezerro.
Este instrumento, conhecido também como tambor irlandês, pode ser tocado com as mãos ou baquetas.

Fonte:

Vejam alguns exemplos do design celta:















Obs.: todas as imagens acima foram encontradas na internet.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O poder mágico da imagem - um texto imperdível para quem gosta de história da arte!

Do livro "Arte e Sociedade" -  escrito por Carlos Cavalcanti - Ministério da Educação e Cultura - 1966.


Este é apenas um capítulo desse livro fantástico que me foi sugerido pelo artista Antônio Machado.
Tive a felicidade de conseguir um exemplar de 1966 na Estante Virtual e agora esse volume faz parte do meu grande tesouro: meu acervo literário!