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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Um texto muito interessante sobre a História da Arte.

Renascimento Artístico: a luz, a cor e a perspectiva


Pintura  

Diferentemente da pintura medieval, rígida, simbólica e bidimensional, a Renascença iniciou um movimento artístico que integrava o natural, o humano e sobretudo o espaço tridimensional, dando a impressão de profundidade.
Na Itália, o Renascimento Artístico foi beneficiado pela profusão de estátuas, monumentos e ruínas clássicos, que os artistas do período puderam tomar como modelos.
O mecenato, já analisado, difundiu-se por grande parte da Itália (o Sul, agrário e semifeudal, permaneceu à margem desse processo), atraindo inúmeros artistas que buscavam tanto a glória do reconhecimento como uma boa remuneração para seu trabalho. 

Florença 

Sob a proteção dos Médicis, que governavam Florença, o Renascimento Italiano produziu suas primeiras obras de destaque. O aperfeiçoamento da técnica da perspectiva, a importância da paisagem e a precisão do desenho foram as contribuições mais significativas dos pintores florentinos. Destacam-se nesse período, conhecido como Quattrocento (ou seja, o século XV), Masaccio, Mantegna e Botticeffi

Roma 

O apogeu do Renascimento em Roma deu-se no século XVI (que os italianos chamam de Cinquecento), quando a Cidade Eterna, graças ao mecenato papal de Júlio II e Leão X, superou Florença.
Miguel Ângelo (Michelangelo Buonarroti), um dos maiores escultores de todos os tempos, foi também pintor e arquiteto. Começou sua carreira em Florença, sob os Médicis; em seguida transferiu-se para Roma, onde serviu a seis papas (seu principal protetor foi Júlio II).
Também em Roma, Rafael procurou transmitir em suas pinturas a calma e a serenidade, contrapondo-se ao vigor patético e ao sentido trágico de Miguel Ângelo. 

Veneza e Milão 

Em Veneza viveu um grupo de pintores (Beilini, Tidano, Veronese, Tintoretto) que salientaram a luz e as cores brilhantes e contrastantes.
Leonardo Da Vinci, o mais completo gênio de seu tempo, produziu pinturas notáveis, entre elas a Mona Lisa (ou Gioconda) e a Santa Ceia. Embora nascido em Florença, viveu grande parte de sua vida em Milão; morreu na França, como protegido do rei Francisco I. 

Arquitetura 

O progresso da arquitetura durante o Renascimento Italiano foi admirável. A construção de palácios, igrejas e monumentos inspirava-se na Antigüidade, cabendo aos arquitetos renascentistas (Bramante, Vignole, Paliadio) adaptar o estilo clássico às necessidades da época. Colunas, frontões e cúpulas tornaram-se elementos essenciais da nova arquitetura. A construção mais grandiosa do Renascimento foi a Basílica de São Pedro, projetada por Bramante, mas cuja cúpula, de enormes dimensões, é obra de Miguel Ângelo.

O Renascimento Artístico fora da Itália 

Da Itália, o Renascimento difundiu-se para outros países, adquirindo em cada um deles características próprias. Na França, os arquitetos Lescot e Delorme construíram belos castelos às margens do Rio Loire. Entre os escultores, destacaram-se Goujon e Pilon. A inclinação de reis e aristocratas franceses para o luxo estimulou a arte decorativa.
Michelangelo foi considerado o maior gênio do Renascimento Artístico, destacando-se entre suas obras a escultura de Moisés. 

Nos Países Baixos, Brueghel mostrou em suas pinturas as paisagens e os costumes de sua terra. Na Alemanha, Holbein retratou alguns dos personagens mais importantes de seu tempo; e Dürer produziu gravuras que ainda hoje causam profunda impressão. Na Espanha, El Greco pintou cenas religiosas com dramático misticismo. 

A Renascença também se fez sentir no campo musical, inclusive adaptando a música religiosa medieval às novas formas de expressão instrumental. O principal compositor renascentista foi o italiano Palestrina.

 
Fonte:
 http://www.coladaweb.com/artes/renascimento-artistico-a-luz,-a-cor-e-a-perspectiva
Este site é muito interessante  e vale a pena ser visitado!

sábado, 10 de setembro de 2011

Sabres do período renascentista.

Olá amigos,

Encontrei algumas imagens na internet de desenhos originais de sabres,  criados por grandes mestres do período renascentista, destinados a presentear - como diz a citação -  mãos valentes de soldados franceses por bravura, patriotismo e honra.
São trabalhos maravilhosos e exemplos de aplicação da beleza da arte naquele período.





Fonte de pesquisa:
http://www.bmlisieux.com/galeries/gueyton/gueyton.htm