segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Exposição "Retratos de Jaraguá".

Queridos amigos,

Este mês não pude fazer as postagens de costume porque estava envolvida em duas exposições de minha cidade.
Uma delas foi a Coletiva de Artes Visuais e já mostrei a aquarela que pintei para participar.
Dia 19/11, aconteceu a abertura da exposição entitulada: "Retratos de Jaraguá" em comemoração aos 20 anos de existência da Associação Jaraguaense de Artistas Plásticos - AJAP e participei com uma tela pintada em acrílico de 1m x 1,5m.  
Esse foi o maior quadro que já pintei e num espaço de tempo curtíssimo, pois foram duas exposições num mesmo mês.
Tenho a alegria de contar que minha tela foi selecionada entre os 10 trabalhos premiados.
Abaixo, estou colocando algumas fotos do evento.


Minha tela

Janete e sua obra também premiada.

Eu e minhas amigas do coração Janete e Claudia.



Abertura da exposição com a presidente da AJAP e o curador.

Artistas premiados.

Faceirice pouca é bobagem! rsrsr



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A arte contando histórias e retratando vidas, pelas mãos de Norman Rockwell.

Norman Rockwell (3 de fevereiro de 1894 — 8 de novembro de 1978) foi um pintor e ilustrador estadunidense.
Rockwell era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 323 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida estadunidense nas pequenas cidades.
Seus desenhos e pinturas são famosos pela meticulosidade e exatidão de traços e cores.
A meticulosidade na produção dos trabalhos de Rockwell também é muito famosa, sempre fazia todos os desenhos separados em partes, esboço da ideia, vestuário e logo depois tudo junto. 
Em 1937 passou a fotografar e fazer seus desenhos a partir das fotografias obtidas, fazendo desenhos em preto e branco para depois estudar as possibilidades de cores e texturas. 
Ele gostava de dar atenção especial às expressões faciais, capturando as expressões de uma maneira exata e caricaturada, principalmente o que concerne às expressões infantis pelos primeiros trinta anos de sua carreira.
Com o passar do tempo é possível notar o desenvolvimento de sua obra, no inicio eram crianças no sentido mais inocente, já quando ele se torna adulto sempre faz uma contraposição, como um adulto olhando para seu passado ou o contraste da infância, juventude com a fase adulta.

 Fonte texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Norman_Rockwell
Imagens encontradas em vários sites da internet.

Vejam abaixo, alguns de seus trabalhos:










Paisagens encantadoras pelo talento de Alexander Miliukov.






domingo, 11 de novembro de 2012

Computação gráfica, uma incrível arte.

Olá amigos,

Vejam que vídeo incrível de propaganda. Depois curtam o making of.  Criatividade sem limites!



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Explicando a arte hoje.

Olá amigos,

O SESC da minha cidade promoveu o projeto Arte na Cidade e achei muito interessante o texto da curadora do projeto, Sra. Alena Marmo.
Assim, resolvi mostra-lo para que vejam a forma como foi escrito.

Eis o texto da curadora:

"desenho, pintura, pintura que é desenho, desenho que é pintura.  pintura que  é fotografia e escultura. fotografia que é pintura. desenho que não é só desenho. processo. o trabalho vai além da linguagem. desde o final dos anos cinquenta, a partir da quebra efetiva dos limites entre arte e vida, o que abriu espaço para que coisas da vida fossem misturadas com os meios da arte, a idéia de linguagem como estrutura fixa passou a não dar mais conta da arte. artistas ainda trabalham com desenho, mas o seus trabalhos não se resumem ao desenho. artistas continuam a pintar, mas as suas pinturas não se limitam às técnicas, e o mesmo pode-se afirmar da escultura e da fotografia. quebra de limites, rompimento de fronteiras. questionamento do mundo e da própria arte.
a partir do recorte realizado da produção de artistas de jaraguá do sul, pode-se colocar em discussão a linguagem. são trabalhos instaurados a partir de um olhar aprofundado, questionador acerca do mundo, da vida, da arte, de si próprio. transgressão, hibridação, expansão. não basta mais olhar na superfície, a arte encontra-se nos entremeios, vamos exercitar o olhar de procura?"
Autoria:
Alena Marmo
curadora

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Coletiva de Artes Visuais.

Olá amigos,

Hoje gostaria de falar sobre uma exposição de artes que está acontecendo na minha cidade. Trata-se de uma Coletiva de Artes Visuais, da qual tenho muito orgulho em estar participando.
Aqui existe uma Associação de Artistas Plásticos muito ativa, a AJAP, mas estou associada há pouco tempo (setembro deste ano) e esta é minha primeira participação numa exposição promovida por ela.
Estou expondo minha última aquarela (a 7ª), terminada na semana da exposição (como todo bom brasileiro... rsrsrs).  
Todos sabem que sou auto didata e estou apenas iniciando na pintura em aquarela, por isso, os modelos para mim ainda são muito importantes. Assim, encontrei uma imagem na internet, que não sei dizer ao certo,  tratar-se de uma imagem digital ou pintura à óleo, mas, lá fui eu pintar meus amados girassóis.
Foi um grande exercício de claro e escuro, mas fiquei muito feliz com o resultado.  Eu usei a técnica à seco, ou seja, não umedeci o papel, pois ainda estou aprendendo a controlar a tinta com água.  Assim, estou colocando algumas fotos dessa aquarela e da abertura da exposição ocorrida no domingo último,  dia 04.

Minha pintura ainda em andamento.
Aqui minha aquarela finalmente pronta!


Abaixo, algumas fotos da exposição.

No lado esquerdo da foto, aparece a aquarela de um  Flamboyant  pintado pela minha amiga querida Janete.

Ai está minha aquarela e demais obras da exposição.


Essa escultura é linda, foi feita com raíz de árvore encontrada na região.


Vejam que maravilhoso esse quadro com ipês amarelos. Me apaixonei!



Obras de artista convidado.


Obra de artista convidada.


Aqui o Curador e a Presidente da AJAP fazendo a abertura da exposição.

Aqui aparecem os 10 artistas premiados da exposição.
 
Foto com todos os presentes na abertura da Coletiva de Artes Visuais.


Notícias de novos trabalhos:

Agora, estou pintando a fotografia de uma paisagem de Jaraguá, numa tela de 1m x 1,5 m e com tinta acrílica.  Será minha primeira tela desse tamanho e também minha primeira pintura em acrílico.  Acho que está ficando legal, vamos ver o que acharão depois rsrsrs.
Essa pintura é para a próxima exposição e a entrega é no dia 19/11, então podem imaginar como ando meio histérica pra dar conta de termina-la no prazo rsrsrs

Por hoje é só...   Deixo aqui meu carinho e um até breve! 
 Abraço a todos!


Lilian




Pequena biografia de Alfredo Volpi.




Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, a 14 de abril de 1896. Em 1897, a família Volpi emigra para São Paulo e se estabelece na região do Ipiranga, com um pequeno comércio. Destino comum aos filhos de imigrantes italianos, Volpi inicia-se em trabalhos artesanais e, em 1911, torna-se pintor decorador. Talvez daí decorra o gosto pelo trabalho contínuo e gradual da sua linguagem estética, próprio da valorização de um “saber fazer”.
Até os anos 30, Volpi elabora sua técnica e, principalmente, a partir da década de 1930, emerge um trabalho mais consciente, utilizando-se das cores para a construção de um equilíbrio muito próprio. Por esses tempos, Volpi aproxima-se de artistas como Fúlvio Pennachi e Francisco Rebolo Gonsales, integrando o Grupo Santa Helena. 

A denominação do grupo, e a inserção de Volpi nele, é oriunda mais de uma proximidade física dos pintores (que pintavam em uma sala do Edifício Santa Helena) e da sua origem comum do que de uma identificação estética. Volpi destoava do grupo especialmente por não ser um pintor conservador.

Em 1938, Volpi conhece o pintor italiano Ernesto de Fiori. O encontro seria muito frutífero para ambos, e se deu numa época muito oportuna para Volpi, que enveredava para um caminho de maior liberdade estética.
Um acontecimento fundamental para a evolução de Volpi foi a sua “estada” em Itanhaém, entre 1939 e 1941. Sua esposa teve problemas de saúde e mudou-se para o litoral, a fim de se tratar. O artista a acompanhou, retornando a São Paulo apenas nos finais de semana, em que procurava vender suas obras. A gravidade da doença de Judite Volpi envolveu o artista em questionamentos que o fizeram rever sua obra e suas concepções, liberando um potencial criativo latente, ao qual Volpi finalmente conseguiria dar vazão. A tensão própria de situações-limite possibilitou para Volpi uma liberdade gestual que imprimiria uma nova dinâmica à sua obra. A série de marinhas que Volpi pinta a partir dessa época evidenciam uma obra muito própria que se desenvolveria gradualmente até atingir um ápice abstrato em que as composições eram compreendidas em termos de cores, linhas e formas.

Cabe ressaltar que Volpi recusava teorizações estéreis, mas estava sempre muito bem informado das correntes artísticas do seu tempo, embora não se filiasse explicitamente a nenhuma delas, já que sua trajetória era extremamente pessoal. Esse é um dos pontos que fazem dele um grande pintor: Volpi é moderno e atual sem se importar com rótulos artificiais. A diferença é que ele não precisava ser moderno ou popular;  simplesmente era.

Fonte:
 http://www.pinturabrasileira.com/artistas_bio.asp?cod=5&in=1


Principais obras de arte

- "Mulata"

- "Fachada e Rua"

- "Festa de São João"

- "Grande Fachada Festiva"

- "Fachadas"


- "Sereias"

- "Bandeirinhas"

- "Bandeirinhas Geométricas"
 

- "Mastro de São Pedro"

- "Madona"

- "Dom Bosco" 

Imagens das obras encontradas na internet.