domingo, 27 de maio de 2012

Revivendo a emoção das grandes corridas do passado pelas mãos de Vaclav Zapadlik.

De 1980 até a primeira metade da década de 1990 viu-se um verdadeiro dilúvio de artistas automotivos de todos os cantos do globo. Os fatores comuns partilhados por esses artistas vão de uma apreciação profunda pela história do automóvel a um desejo de partilhar esta paixão com o resto do mundo. 
Para um artista perseguido pela política e sufocado por burocratas pelo seu trabalho, a arte automotiva foi um amor, uma prática que não só manteve a sua paixão por automóveis viva, mas também ajudou em sua fuga de uma vida por trás da Cortina de Ferro.   Esse é o artista Vaclav Zapadlik da República Checa.












sábado, 26 de maio de 2012

Cores vibrantes das maravilhosas pinturas de John Powell (USA).

Quando encontrei essas imagens das pinturas de John Powell, a primeira coisa que me veio a mente, foram as observações de Kandinsky sobre o efeito das cores no observador de uma obra de arte.  
Sem dúvida, suas lindas pinturas devem causar um impacto pela força e contraste das cores.  
Adorei seu estilo!!! 
Convido-os a visitarem seu site oficial:










A arte belíssima de Daniel F. Gerhartz

Olá amigos,

Sei que irão se encantar, tanto quanto eu, com a beleza das pinturas desse jovem artista.

Sugiro que visitem seu site oficial para conhecerem melhor suas obras:








quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ilustrações maravilhosas de cartões antigos.

Adoro as ilustrações dos cartões antigos, viajo pelas paisagens e me encanto com a sua beleza! 
Essas imagens são de cartões do final dos anos 1800 e início de 1900, quando nem se sonhava com a tecnologia, mas o talento artístico fazia história em todos os meios possíveis.







Pinturas encantadoras de John P. O’Brien (1951- 2004).

Imagens lindas, cheias de detalhes e ternura. Pinturas encantadoras eternizadas pelas mãos desse artista.

 
 
 
 

 Para conhecerem melhor a obra desse artista, sugiro que vistem seu site oficial:


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Falando sobre mandalas.

Olá amigos,

Sempre gostei de mandalas, não só pela sua beleza, mas pela significação mística.  Nas minhas andanças pela internet, encontrei um texto que trata do significado esotérico dos símbolos que encontramos nas mandalas.  Então, resolvi repassar para vocês, informando também o endereço do site onde encontrei essas informações tão legais.
Fonte:


 
Significado esotérico dos símbolos nas Mandalas

Círculo 

Arquétipo da totalidade e da eternidade. Representa a perfeição divina e perpetuidade de Deus. O círculo ou disco é emblema de tipo solar. Junto à roda e à esfera, simboliza também o dinamismo psíquico, o mundo manifestado, a unidade interna da matéria, tudo que é preciso e regular; a harmonia universal. Simples: o infinito, o universo, a totalidade; com ponto no cento: a primeira manifestação do princípio criativo divino; dividido (por uma reta horizontal): a primeira divisão do Princípio Divino em duas polaridades opostas e complementares (masculina e feminina); com cruz no interior: o momento da criação, quando o princípio masculino impregna o feminino; com triângulo no interior: o princípio espiritual ou ternário dentro da totalidade; com quadrado no interior: o princípio material ou quaternário dentro da totalidade.

Coração

Um dos mais importantes e universais símbolos esotéricos. Verdadeira sede da inteligência, já que a ele corresponde o cálido e luminoso Sol (ao cérebro corresponde a luz fria e refletida da Lua). Por outro lado, a importância do amor, na mística, reside no fato de que ele se expressa por meio do coração. Amar é acionar a força de um centro (o coração), o qual estimula e impulsiona os outros centros. Dessa forma, o coração é o símbolo magno do amor, iluminação espiritual e felicidade.

Cruz

Em todas as culturas, seu significado arquetípico é o da união dos opostos: o eixo vertical (masculino) e o eixo horizontal (feminino). No cristianismo, é o emblema máximo. Para a teosofia, traz a idéia do homem regenerado, aquele que conseguiu integrar harmoniosamente suas duas partes e que, “crucificado” como mortal, renasce como imortal. Na simbologia rosa-cruz, evoca os quatro reinos da natureza. Como símbolo da “Árvore da Vida”, representa o “eixo do mundo”: a ponte ou escada através da qual a alma pode chegar a Deus.

Espiral

Um dos mais importantes símbolos universais, a espiral representa o arquétipo do cosmos, e simboliza o processo evolutivo do universo. No sistema hieroglífico egípcio, a espiral denota as formas cósmicas em movimento, ou a relação entre a unidade e a multiplicidade, entre o centro e o círculo.

Pentagrama

Símbolo de Vênus, rege o feminino. (Observando o céu e anotando a posição da “Estrela Matutina” durante 8 anos, o traçado do chamado “período sinódico” de Vênus forma um Pentagrama [período sinódico é o tempo que um planeta leva para retornar a uma mesma posição em relação ao sol por um observador na Terra – observe o desenho ao lado]).
Também é símbolo do microcosmo, revelando a sua analogia e identidade com o universo ou macrocosmo. Suas cinco pontas representam: a superior, a cabeça, as laterais, os dois braços; as inferiores, as duas pernas. Esta é uma postura que procura refletir, em termos de estado de consciência, um equilíbrio ativo e a capacidade de compreensão que deve possuir cada homem para transformar a si mesmo num centro irradiante de vida “como uma estrela no firmamento”. Esta figura geométrica pentagonal representa também um cânone estético arquetipal denominado “divina proporção”. Como fonte de luz e inspiração celestial, a estrela de cinco pontas é considerada, esotericamente, emblema do princípio inspirador do bem, do verdadeiro e do belo, tanto no mundo como no homem.

Flor

Em muitas escolas esotéricas a flor simboliza a fugacidade das coisas, a beleza e a primavera. No Oriente, pela sua forma mais comum, a flor representa também os “centros energéticos espirituais”, os chacras. O conceito da “flor de ouro”, na mística chinesa, é um símbolo transcendental taoísta que alude à vitória espiritual.

Labirinto

O centro do labirinto representa a consciência superior, a realidade absoluta, a imortalidade, a divindade; os caminhos tortuosos que vedam quase completamente o seu acesso simbolizam as provas e dificuldades pelas quais deve passar todo aquele que pretende chegar até o “centro de si mesmo”, ou seja, a consciência superior. O simbolismo do labirinto está ligado ao simbolismo da espiral. Nesse sentido, o centro, ou ponto inicial interno da espiral, representa o princípio único, imóvel. As curvas da espiral simbolizam o universo manifestado em constante movimento.

Hexagrama

Símbolo universal do espírito. Esotericamente, a aparição de uma estrela simboliza o aparecimento de uma possibilidade de realização espiritual.

Números

O número de ordem pelo qual o mundo existe. O número implica forma, som e vibração, e subjaz na raiz do universo manifestado. Junto com as proporções harmônicas, dirige as primeiras diferenciações da substância homogênea em elementos heterogêneos e põe limite à mão formativa da natureza. Os números representam “idéias-forças”, cada um com forma, sentido, individualidade e caráter próprios, e a numerologia (ciência dos números) contém a chave de todo o sistema esotérico. Esta chave é aplicável a todo o universo, tanto às hierarquias criadoras como ao homem e ao mundo.
O significado simbólico dos números está ligado à seqüência numérica:
Zero – a eternidade, o “não ser”; oposto e reflexo da unidade, representa tudo que existe em estado latente e potencial.
Um – o princípio ativo, o Sol ou a primeira manifestação da energia criadora. Representa também a unidade espiritual.
Dois – o pólo feminino (a Divina Mãe) em contraste com o número um (o Divino Pai).
Três – a síntese espiritual, representando a tríade divina no processo de sua manifestação.
Quatro – símbolo da terra, da situação humana, dos quatro elementos da natureza, das quatro estações do ano e dos quatro pontos cardeais.
Cinco – o número do homem, o quinto elemento agindo sobre os quatro elementos da matéria.
Seis – o equilíbrio, a união do espírito e da matéria; a união dos triângulos positivo e negativo, formando a estrela de seis pontas.
Sete – o número da ordem perfeita, resultado da união do ternário (espiritual) e do quaternário (material).
Oito – símbolo do Logos ou do poder criativo universal e do equilíbrio dinâmico entre as duas forças opostas (masculina e feminina).
Nove – o número simbólico da humanidade e o número-raiz do presente estado de evolução humana.
Dez – o retorno à unidade e, ao mesmo tempo, a união final e o recomeço. É a totalidade do universo.
Onze – símbolo da transição, de excesso e de perigo.
Doze – símbolo da ordem cósmica e da salvação.
Treze – morte e renascimento, mudança e retomada após o final.

Om

Sílaba sânscrita, hinduísta, de invocação, afirmação e bênção solene. É composta de três letras: a-u-m, que simbolizam os três vedas principais e os três níveis de consciência, de acordo com a concepção hindu. É também símbolo monossilábico da Trimurti (a tríade hinduísta, composta de Brahma, Shiva e Vishnu). O om é considerado o mais importante de todos os mantras (palavras ou sons que contêm
poder mágico ou espiritual), e seu valor está contido tanto na própria idéia que representa como no seu poder fonético ou vibracional.

Ouroboros

Importantíssimo símbolo esotérico, cuja origem se perde no tempo, e que é representado por uma serpente que morde a própria cauda, significando que “todo começo contém em si o fim, e todo fim contém em si o começo”. No seu sentido mais geral, o ouroboros é símbolo do tempo e da continuidade da vida. Pela sua forma circular, representa também o movimento perpétuo e de trajetória circular ou curva que caracteriza toda manifestação no universo. É emblema ainda do caráter cíclico de toda manifestação.

Pirâmide

O estudioso Cirlot informa que existe uma aparente contradição no simbolismo da pirâmide. Em primeiro lugar, nas culturas megalíticas e no primitivo folclore europeu, a pirâmide simboliza a terra em seu aspecto maternal. As próprias modernas árvores de Natal, herdeiras de uma antiqüíssima tradição, expressam, com sua forma piramidal, a dupla idéia de morte e imortalidade (ambas associadas ao conceito da Grande Mãe, a Terra). Por outro lado, a pirâmide de pedra, arquitetada com uma regular exata forma geométrica, corresponde ao elemento fogo, masculino, em todas as culturas antigas do Oriente. A interpretação mais completa a respeito do simbolismo da pirâmide foi dada por um outro estudioso, Marc Saunier. Ele sugeriu que a pirâmide é uma síntese de diferentes formas, cada uma delas com uma significação própria. A base da pirâmide é quadrada e representa a Terra (os quatro elementos da natureza). O ápice é “o ponto final” e o “ponto inicial” de todas as coisas, o “centro místico”, a divindade. Estabelecendo a ligação entre a base e o ápice, estão as faces triangulares da pirâmide, simbolizando o fogo como revelação divina e como princípio da criação. Conseqüentemente, a pirâmide é interpretada como um símbolo que expressa a totalidade do trabalho em seus três aspectos essenciais.

Quadrado

Símbolo da matéria e da passividade. Seus lados representam os elementos da natureza (água, fogo, terra e ar) ou os quatro pilares da sabedoria humana (ciência, religião, filosofia e arte).
Roda

Símbolo universal, complexo, e de origem tão antiga quanto o próprio homem. Seu sentido mais arquetipal está relacionado com os fenômenos das forças cósmicas em movimento. O símbolo taoísta chinês do Yin-Yang está relacionado com o significado da roda e a doutrina do Tao exprime que “o sábio perfeito é aquele que alcançou o ponto central da roda e permanece assim unido ao centro invariável”.
Roda da Vida

Um dos mais freqüentes símbolos do budismo tibetano, onde é usado em pinturas e em diagramas desenhados ou gravados. Representa a série de nascimentos, mortes e renascimentos do homem, mostrando, no círculo exterior, as fases da vida humana, causas do renascimento (lei do carma).

Rosa

Possivelmente a mais importante das flores simbólicas para o homem ocidental. Exprime o desenvolvimento do espírito, e está identificada com todas as expressões que denotam tal significado. A rosa está associada à idéia de regeneração, fecundidade e pureza.

Selo de Salomão

Duplo triângulo eqüilátero entrelaçado, ou então a estrela de seis pontas. Este símbolo é freqüentemente representado com um triângulo de cor branca e outro de cor negra.
Trata-se de um diagrama de profunda significação oculta, simbolizando, entre outras coisas, a união do espírito com a matéria.

Sol

Ponto focal de nosso sistema planetário, o Sol é símbolo material-espiritual por excelência da divindade. Sua luz pode ser considerada como a manifestação visível do Deus criador, sustentador e conservador de todas as formas de vida. O Sol é também emblema do Ser Real Interno de cada homem, da vitalidade, da vontade e dos sentimentos nobres como a lealdade.

Traço

Um dos símbolos gráficos básicos. Vertical: o princípio ativo (masculino) ou dinâmico; horizontal: o princípio passivo (feminino) ou estático.
Triângulo

Esta figura geométrica tem importante valor simbólico em muitas religiões e escolas esotéricas, representando a Trindade divina: a harmonia, a perfeição e a sabedoria. Eqüilátero: as tríades divinas ou o perfeito equilíbrio entre os três aspectos da Divindade; isósceles positivo (ápice para cima): o ternário evolutivo ou anseio do espírito em se libertar da matéria; isósceles negativo (ápice para baixo): o ternário involutivo ou o princípio espiritual que penetra e vivifica a matéria.
Yin-Yang

Símbolo chinês da distribuição dual das forças universais, compreendendo o princípio ativo ou masculino (Yang) e o feminino ou passivo (Yin). Este símbolo tem a forma de um círculo dividido por uma linha sigmóide, e as duas partes assim formadas possuem, quando observadas, uma tendência dinâmica, o que não seria possível se o círculo fosse dividido por uma linha reta (diâmetro). Na representação gráfica desse símbolo, a metade clara representa o Yang, e a escura, o Yin. Contudo, a primeira apresenta em seu interior um ponto negro, e a segunda, um ponto branco, significando que ambas possuem, em si mesmas, o germe do princípio contrário.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Falando da cor através da genialidade de Kandinsky.

Olá amigos,

Existe tanto a se falar sobre Kandinsky, por isso, escolhi apenas algumas citações de seu livro: Do espiritual na Arte, onde ele trata da cor como veículo para a transmissão da qualidade e conteúdo espirituais na pintura.
Nesse livro, demonstra como as diferentes cores afetam a resposta emocional do espectador e como o seu poder psíquico resulta em vibrações especiais da alma.    
Ele acredita que as cores ultrapassam o sentido da visão, pois escreve a respeito do "cheiro das cores" e do seu "som".

Abaixo, alguns trechos extraídos do livro:
"As cores claras atraem o olhar e retêm-no. As claras e quentes fixam-no ainda com mais intensidade; tal como a chama que atrai o homem com um poder irresistível, também o vermelhão atrai e irrita o olhar. O amarelo limão vivo fere os olhos. A vista não o suporta. Dir-se-ia um ouvido dilacerado pelo som estridente de uma trombeta. O olhar pestaneja e abandona-se às calmas profundezas do azul e do verde. (...) 
Fala-se correntemente do “perfume das cores”, ou da sua sonoridade. Esta sonoridade é de tal maneira evidente, que ninguém pode encontrar uma semelhança entre o amarelo-vivo e as notas baixas de um piano ou entre a voz de um soprano e o vermelho lacado de escuro."

Para Kandinsky, a cor tem uma força real sobre todo o ser humano, que ainda estava mal estudada.
"A harmonia das cores baseia-se exclusivamente no princípio do contato eficaz. A alma humana, tocada no seu ponto mais sensível, responde.  A este fundamento, chamaremos o Princípio da Necessidade Interior."

Ainda segundo Kandinsky, é a cor, tal qual o som,  a porta de acesso direto à alma. E a forma, quer seja o delinear de um objeto ou a divisão abstrata de um espaço ou de uma superfície, interage sempre com a cor.
"... o valor de uma certa cor é sublinhado por uma dada forma e atenuado por outra. As cores agudas têm uma maior ressonância qualitativa nas formas pontiagudas, (como, por exemplo, o amarelo num triângulo) (...) Cada forma tem portanto um conteúdo interior. A forma é a manifestação exterior desse conteúdo..."

Não se pode conceber a cor sem estar ligada a alguma forma. O simbolismo da cor em Kandinsky é muito específico.  Para ele,  o efeito psicológico da cor pode ser estimulante ou doloroso.

Espero ter despertado em vocês a curiosidade por maiores conhecimentos, não só sobre a cor, mas pela genialidade desse grande mestre. Todos os seus livros são fascinantes e é um presente podermos passear por sua mente, através da sua leitura. 
Uma verdadeira viagem de conhecimento! 

Então, aos interessados por ingressar nessa jornada,  desejo uma boa viagem!!!

Lilian 

domingo, 20 de maio de 2012

Que tal uma aula de aquarela com Terry Harrison?

Terry Harrinson é um aquarelista fantástico!  Adoro suas pinturas e também o fato dele ter disponibilizado no Youtube alguns vídeos aula muito legais. Que maravilhoso poder aprender com um mestre não acham?
Estou colocando um dos vídeos do Youtube, espero que procurem os outros e que possam aprender bastante.
Um lindo domingo a todos!


Site do artista:

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Realismo contemporâneo de Jacqueline Gnott.

Simplesmente maravilhosas as aquarelas dessa artista! Fiquei encantada à dizer pouco!
Aos interessados em conhecer melhor essa artista e suas pinturas, sugiro visitarem seu blog: