domingo, 30 de outubro de 2011

Xilogravuras deslumbrantes de Bairei Kono.

Bairei Kono era um artista de alto renome na cidade imperial e antiga capital do Japão, Kyoto.  Suas xilogravuras de flores e pássaros são reverenciadas e estão entre as mais famosas do Japão.
 
As xilogravuras abaixo são do final dos anos 1880.










Fonte:

Beija-flores, pequenos notáveis!!!

Especialmente para vocës, as maravilhosas ilustrações de beija-flores, feitas por John Gould em 1861.








Fonte:
http://www.panteek.com/Gould

Vida e obra de Henri Matisse (1869 - 1954).

O esteta da simplicidade e da cor

Aos 19 anos de idade, estudante de Direito em Paris, Henri Matisse dividia seu tempo entre o trabalho vespertino de escriturário em uma firma de advocacia e, pela manhã, as aulas em uma escola de desenho. Foi quando uma crise de apendicite o deixou um longo tempo preso à cama e assim, afastado do trabalho burocrático, começou a se dedicar com mais afinco à pintura. "Antes, o cotidiano me aborrecia. Ao pintar, passei a sentir-me gloriosamente livre e tranqüilo", ele dizia.

Henri Emile Bernoit Matisse nasceu no último dia do ano de 1869, em Le Cateau, no norte da França. Era filho de um farmacêutico e comerciante de grãos, que sonhava em fazer do filho um próspero advogado. Contudo, Matisse preferiu abandonar a carreira jurídica e dedicar-se integralmente à pintura. Enquanto freqüentava como ouvinte a Escola de Belas-Artes, em Paris, ia ao Louvre para copiar os quadros de grandes mestres ali expostos.

No começo, tudo parecia ir bem. Matisse teve quatro obras expostas no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi convidado para ser membro associado da entidade. Contudo, seu flerte inicial com a estética impressionista contrariou as expectativas da parcela mais conservadora da crítica e ele passou a encontrar dificuldades em divulgar seu trabalho.

A situação se radicalizou quando participou do célebre Salão de Outono de 1905, em Paris, ao lado de Albert Marquet, Maurice Vlaminck e André Derain, que rejeitavam a paleta suave dos impressionistas e aderiram às cores fortes e aos traços expressivos, próximos aos de Vincent van Gogh e Paul Gauguin. A crítica detestou e reagiu com violência.

Matisse e seus colegas foram então chamados de "fauves", numa livre tradução, "bestas selvagens". Daí surgiu o termo "fauvismo", utilizado inicialmente de forma pejorativa, para definir o movimento, de duração efêmera.

Porém, o escândalo e a controvérsia ajudaram a divulgar o nome de Matisse e a aproximá-lo de marchands mais esclarecidos e das vanguardas estéticas de seu tempo. O artista passou a vender um quadro atrás do outro e a fazer viagens pela Europa, África e Ásia, onde manteve contato com novas influências que se refletiram em seu trabalho, desde a tapeçaria oriental aos arabescos da arte islâmica.

Mas foi na luminosa cidade de Nice, na Riviera Francesa, com suas construções brancas e o mar azul do Mediterrâneo ao fundo, que Henri Matisse encontrou seu principal refúgio. Distanciado cada vez mais dos arroubos fauvistas, o artista buscava a harmonia e a paz de espírito. "Sonho com uma arte do equilíbrio, pureza e serenidade, isenta de temas inquietantes e perturbadores", dizia. "Quero que minha arte seja como uma boa poltrona em que se descansa o corpo cansado".

Em 1941, combalido por um câncer no intestino, Matisse foi submetido a duas cirurgias, que lhe tolheram os movimentos e o deixaram em uma cadeira de rodas. Foi nesse período que passou a trabalhar mais intensamente com uma técnica que desenvolvera desde 1937: a aplicação de tinta em papel recortado, os famosos gouaches découpées, que serviriam para ilustrar seu livro Jazz, de 1947. As fotos desta época mostram Matisse em seu quarto de hotel, com tesoura na mão e pilhas de papel colorido no chão.

Cada vez mais recluso, cercado de plantas e de pássaros que criava livremente no quarto, Henri Matisse viveu até 1954. Seu último trabalho foi o projeto de decoração de uma pequena capela na cidade montanhesa de Vence. Para a construção, despojada e banhada de sol, desenhou vitrais azulados e murais com finos traços negros sobre azulejos brancos. Considerava ter atingido ali a plenitude da simplicidade, sua obra-prima.


Curiosidades
  • Tempos bicudos
    Henri Matisse casou em 1898, com Amélie Parayre, que ajudou o marido servindo-lhe de modelo e confeccionando chapéus para complementar a renda familiar. A situação financeira do casal nos primeiros anos após o casamento era crítica, ao ponto de Matisse ter que recorrer ao emprego de assistente de cenógrafo, encarregado de pintar folhas de louro para a decoração do pavilhão onde seria realizada Exposição Universal de 1900.
  • Uma ajuda providencial
    Uma das primeiras pessoas a acreditar no talento de Henri Matisse foi a escritora Gertrude Stein. Colecionadora de arte, ela comprou vários quadros do início de carreira de Matisse. Foi ela também quem o apresentou a muitos marchands parisienses, o que ajudou a divulgar o nome de Matisse entre as principais galerias da capital francesa.
  • Ilustrador de James Joyce
    Matisse foi também um exímio ilustrador. Entre seus trabalhos no gênero, destacam-se as gravuras que fez para uma edição de Flores do Mal, do poeta Baudelaire, e para o romance Ulysses, de James Joyce. Em 1937, também desenhou os cenários e os figurinos para uma montagem teatral de O Vermelho e o Negro, de Stendhal.
  • Pintando na cama
    Quando caiu enfermo, vitimado pelo câncer, Matisse continuou a pintar, embora passasse bom tempo na cama. Ele fixava pontas de carvão na extremidade de longas varas e, com elas, rabiscava as paredes e o teto de sua suíte no hotel Régina, em Nice.
  • Duelo de gigantes
    Picasso e Matisse nutriram uma convivência baseada na competição e, ao mesmo tempo, na admiração mútua. Ambos conquistaram fãs arrebatados e radicais no mundo das artes. "Picassistas" e "matissistas" chegavam a trocar ofensas e defendiam de forma ardorosa a suposta supremacia de seu respectivo ídolo. "Ninguém nunca olhou tão atentamente para meu trabalho quanto Picasso, nem tão atentamente ao trabalho dele como eu", ponderava o próprio Matisse.

Contexto histórico
Ombro a ombro com picasso
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Matisse é considerado por muitos críticos e historiadores da arte, junto com Pablo Picasso, o pintor mais importante e revolucionário do século 20. Uma de suas maiores inovações foi libertar a cor do caráter naturalista. Em 1905, por exemplo, ao pintar o retrato de sua esposa, pôs uma sombra verde no meio do rosto dela. "Quando pinto um verde, não significa dizer grama; quando pinto um azul, não quer dizer céu", observava.

É curioso notar que a obra de Matisse, ao contrário da de Picasso, não absorveu nenhum dos grandes momentos de tensão da história européia na primeira metade do século passado. Durante a Primeira Guerra Mundial, após não conseguir se alistar por que já havia passado da idade máxima permitida para o recrutamento, praticamente deixou de pintar, preferindo dedicar-se ao estudo do violino. Quando estourou a Segunda Guerra, já estava muito mais atormentado com a própria saúde, lamentando ter que deixar Nice por causa do avanço das tropas inimigas.

As obras iniciais de Matisse, sobretudo "Luxo, Calma e Volúpia", de 1904, com suas pinceladas isoladas, ainda são tributárias do neo-impressionismo, embora já anunciasse uma simplificação dos traços e dos volumes. Com o tempo, sua pintura evoluirá para uma crescente busca pela pureza da forma, da linha e das cores, o que atingirá seu ponto máximo nos gouaches découpées, os trabalhos de colagem com papel recortado.

O crítico italiano Giulio Carlo Argan afirmava que a obra de Henri Matisse era, de certo modo, uma resposta negativa ao cubismo. "Ao cubismo, que analisa racionalmente o objeto, ele contrapõe a intuição sintética do todo". Em uma das obras mais famosas do artista, "A Dança", no qual cinco figuras humanas se alongam e dançam de mãos dadas, Argan vê a suprema realização do objetivo central da trajetória artística de Matisse: expressar a máxima complexidade por meio de uma enorme simplicidade.

Sites relacionados
  • Museu Matisse - Site com reprodução de inúmeros desenhos e telas do artista. Em inglês e francês.
  • Masp - Conheça a obra "O Torso de Gesso", que pertence ao acervo do Museu de Arte de São Paulo.
  • Henri Matisse Art Gallery - Galeria virtual, com muitas obras de Matisse, organizadas por ordem alfabética. Em inglês.

 

Principais obras

1. Luxo, Calma e Volúpia (1904) - O quadro pertence à uma das primeiras fases de Matisse, ainda fortemente influenciado pelo neo-impressionismo. 

2. A Janela Aberta (1905) - Exposto no Salão de Outono, que deu origem ao nome "fauvismo"

3. Madame Matisse (1905) - O abandono do uso naturalista da cor. O quadro também é conhecido como "Retrato com Listra Verde".

4. A Dança (1909-1910) - Uma das realizações mais notáveis de Matisse, que expressa vigor e leveza ao mesmo tempo.

5. Interior vermelho (1947) - Um dos mais expressivos dos inúmeros quadros com cenas de interiores de casas pintadas por Matisse.

6. Jazz (1947) - Série de 20 gravuras feitas em papel recortado, técnica que marcaria os últimos trabalhos do artista.


Fonte: 
http://mestres.folha.com.br/pintores/08/

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Especialmente para aqueles que amam as orquídeas!

Todas essas ilustrações são de 1880, feitas por ilustradores variados.  
São belíssimas e tenho certeza que inspirarão muitos de vocës a pinta-las!



















Fonte:

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Olhar de artista é diferente.




Os artistas realmente vêem o mundo de um modo especial. O neurocientista americano Robert Solso, da Universidade de Nevada, anunciou ter descoberto a diferença entre o cérebro de um pintor como Picasso e o de um mortal comum.                                            

Ele pediu a três voluntários para desenhar rostos a partir de fotografias. Um deles era o pintor inglês Humprey Ocean, famoso por seus retratos, e os outros dois eram estudantes que nunca tiveram nada a ver com artes plásticas.                                                              

Com um aparelho de ressonância magnética, Solso monitorou a atividade cerebral dos voluntários durante a tarefa. Os dois não-artistas utilizaram intensamente a parte de trás do cérebro, que lida com as imagens. No caso do pintor, a atividade se concentrou na região frontal direita, a sede do raciocínio.                                                                          

Enquanto um rabiscador ingênuo copia o que vê, o verdadeiro artista pensa o retrato a partir dos conhecimentos armazenados em vários lugares do cérebro, comentou Solso.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Idéias legais!

Olá amigos,

Uma boa idéia é sempre muito bem vinda não é mesmo?
Então, aqui vai uma sugestão que encontrei no Youtube, para um lindo pacotinho de presente, com motivo natalino. Tenho certeza que poderá ser aplicado a outros tipos de presente, ficando lindo da mesma forma.
Com o carinho de sempre,

Lilian


sábado, 22 de outubro de 2011

O artista sempre tem aquele olhar que vê um pouco além...

E é na fotografia que podemos perceber mais claramente essa qualidade do olhar artístico, pois na rapidez de um clic, surgem fotos que mais parecem pinturas!

Nas minhas andanças pela internet, encontrei um site maravilhoso de uma fotógrafa  incrível Cindy Dyer e tenho certeza que será muito útil a todos que adoram flores, seja para olhar, ou, para pintar.






Não deixem de visitar o site, sei que irão adorar!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vida e obra de Edgar Degas (1834-1917).

"Existe o amor e existe o trabalho, mas se tem apenas um coração". Esta frase, proferida pelo próprio Degas, reflete a escolha de vida desse excepcional artista, que viveu para a arte trabalhando incessantemente, mas que nunca teve um relacionamento amoroso "de verdade".

Hilaire-Germain-Edgar De Gas provinha de família abastada e nasceu em 19 de julho de 1834, em Paris. Descendia, por parte de pai, de ricos banqueiros napolitanos, e sua mãe era uma americana de Nova Orleans. Filho de apreciadores de música e artes plásticas, foi privilegiado por desfrutar do incentivo do pai, que permitiu que o jovem artista transformasse um dos quartos do apartamento em ateliê.

Foi também com o apoio do pai que o jovem Edgar abandonou a faculdade de Direito para se dedicar exclusivamente à arte: discípulo do pintor Félix-Joseph Barrias e depois de Louis Lamothe (que havia sido discípulo de Ingres), Degas logo realizaria viagens à Itália, passando por Roma, Assis, Orvieto e Nápoles. É dessa época seu notável retrato "A Família Bellelli", onde podemos notar uma "tensão" na expressão de seus tios, que viviam em Florença. Durante suas viagens à Itália (três em quatro anos), se empenha no estudo de artistas renascentistas, cuja maneira de desenhar seria de fundamental influência para o pintor.

Na sua volta a Paris, em 1862, conhece Édouard Manet, que viria a ser seu grande amigo e lhe apresentaria ao círculo de artistas que algum tempo mais tarde formaria o grupo dos "impressionistas". Homem de personalidade arredia e fechada, Degas tinha forte tendência para a melancolia, além de uma língua ferina. Chegou a ser apelidado de "Urso", dado o "perigo" que corriam aqueles que dele se aproximavam.

Sua proposital reclusão, porém, foi fundamental para que desenvolvesse seu apurado método artístico: incansáveis croquis e esboços eram feitos antes de cada tela. Ainda que muitas vezes apresentasse trabalhos de aparente simplicidade e casualidade, era através de muito estudo que conseguia atingir seu objetivo: obras quase "fotográficas", com cenas que parecem captar um momento único e inesperado, impressões efêmeras (daí sua inclusão entre os impressionistas) de uma espontaneidade calculada. "O que faço é resultado da reflexão e do estudo dos grandes mestres, não sei nada a respeito da inspiração", afirmava.

Ao contrário dos impressionistas mais "puros", gostava de trabalhar dentro de seu estúdio, fazendo uso de iluminação artificial. Era desse modo que conseguia apurar os traços do desenho. Seu objetivo era conciliar técnicas tradicionais com temas de sua época: personagens comuns como bailarinas, cavalos, mulheres trabalhando ou em momentos de intimidade eram seus preferidos.

Nos últimos anos de vida Degas foi progressivamente perdendo a visão, o que fez dele uma pessoa ainda mais reclusa e de difícil convivência. Isolado e com poucos amigos, viria a morrer em 27 de setembro de 1917, na Paris onde sempre viveu.

Curiosidades
  • Amor peculiar
    Ainda que não se tenha conhecimento de qualquer relacionamento duradouro de Degas com alguma mulher, o pintor tinha verdadeira adoração pela figura feminina. Além de suas séries de pinturas e esculturas de bailarinas, realizou diversos nus de mulheres em momentos bastante íntimos, geralmente no banho, em posições inesperadas e por vezes esdrúxulas. Sua longa amizade com a pintora americana Mary Cassatt também suscitou boatos de que seriam amantes, boatos nunca confirmados, porém.
  • Bailarinas
    Degas exibiu somente uma escultura durante a vida: a "Pequena bailarina aos 14 anos", de 1881. A obra causou reações negativas em críticos e artistas, dado seu extremo realismo. A bailarina usava roupas de verdade e tinha até uma peruca. O artista se baseou numa menina pobre que freqüentava aulas de balé, e cuja irmã era prostituta. Especula-se que a própria modelo, posteriormente, também viria a trabalhar como prostituta para se sustentar.
  • No Brasil
    O Museu de Arte de São Paulo possui uma fantástica série de 73 bronzes de bailarinas de Degas, fundidas por marchands entre 1912 e 1921. Em 2006, o museu realizou uma exposição dedicada ao artista, intitulada "Degas: O Universo de um Artista", com 196 peças (120 de sua autoria, entre pinturas, desenhos e esculturas; a mostra abrangia também trabalhos de artistas que o influenciaram ou que foram influenciados por ele, como Ingres, Corot, Toulouse-Lautrec e Picasso).
  • Carroceiros
    Quando estava com 56 anos e já sentindo sua vista piorar, Degas empreendeu uma feliz viagem de carroça pela região da Borgonha, na França, juntamente com seu amigo Paul Bartholomé, que era escultor. Juntos percorreram diversas cidades, totalizando 567 quilômetros de percurso. Levados apenas por um cavalo branco, os artistas iam parando de cidade em cidade, onde apreciavam a comida local e por vezes eram recebidos até com honrarias cívicas.
  • Japão, Londres e Nova Orleans
    Além da Itália, Degas foi influenciado por elementos desses três locais: era um ávido colecionador de estampas e ilustrações japonesas, das quais tirou inspiração para retratar suas mulheres se banhando, por exemplo; em Londres, tomou conhecimento das paisagens de John Constable, e em Nova Orleans, onde passou vários meses, conheceu a atmosfera das bolsas de mercadorias, cada vez mais importantes na então crescente sociedade industrial. Ali pintou "A Bolsa de Algodão de Nova Orleans", de temática inovadora para a época.

Contexto histórico

Edgar Degas foi um típico artista do século 19: época de grandes mudanças geopolíticas, avanços tecnológicos e, no caso de pintores como ele, grandes mudanças na maneira de se fazer arte. O Realismo, em oposição ao Romantismo, baseando-se na razão, no desenvolvimento da ciência e no retrato da realidade, era a corrente "do momento". E os Impressionistas, grupo onde Degas geralmente é enquadrado, foram revolucionários ao propor uma nova maneira de pintar, onde o movimento e a luz eram os elementos mais importantes das obras, com pinceladas mais soltas e ligeiras, fugindo da maneira "clássica" e acadêmica de fazer arte. Pintar à luz do sol era outra característica desses artistas.

Degas, por vezes, gostava de se classificar como um pintor "realista". Numa de suas declarações, porém, chegou a afirmar: "Feliz de mim, que não encontrei o meu estilo, coisa que me faria muita raiva!". Obcecado pelas linhas de Ingres, mesclou em seu trabalho diversos conhecimentos das artes clássicas, de inspiração renascentista, com inovações típicas dos pintores de sua época, como a maneira diáfana de usar a tinta e a preferência por retratar cidadãos comuns, populares, desconhecidos. O Impressionismo seria o estopim para diversos movimentos de ruptura da Arte Moderna.

Das oito Exposições Impressionistas realizadas entre 1874 e 1886, Degas participou de sete. Porém, em vida, teve apenas uma mostra individual concretizada. Seu verdadeiro reconhecimento viria apenas após sua morte. Nessa ocasião, a Europa vivia os horrores da 1ª Guerra Mundial. Por sinal, algumas décadas antes, por volta de 1870, o artista serviu no setor de artilharia durante a guerra Franco-Prussiana, da qual a França sairia perdedora e teria início a República.

Sites relacionados
  • The Edgar Degas Website – Museu permanente dedicado ao artista francês.
  • OCAIW - Também em português, este site traz biografia, livros indicados e diversas imagens de trabalhos do artista.
  • ArtCyclopedia - Este site lista museus pelo mundo que contêm trabalhos de Edgar Degas.

·         Principais obras
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·         1. "A Aula de Dança" (1873-75) – Inovador por retratar jovens durante um ensaio rotineiro, muitas delas em posições casuais, banais.

·         2. "Pequena Bailarina aos 14 anos" (1881) – Feita a partir de uma garota pobre e "anônima". Inovadora por "vestir" roupas e peruca.

·         3. "Depois do Banho" (1888-92) – Um dos muitos trabalhos de Degas que "flagra" uma mulher desconhecida em pose de extrema intimidade.

·         4. "Mulheres Passando Roupa" (1884) – Quem imaginaria retratar passadeiras comuns? Uma delas, inclusive, está bocejando no "instante" do quadro.

·         5. "Os Jovens Espartanos" (1860) – Um dos primeiros trabalhos de Degas a ganhar reconhecimento. O tema clássico seria logo abandonado por ele.
Fonte: