Queridos amigos, amantes das artes e do que é belo,
Trago para vocês hoje, um pouquinho da coleção de decalques holandeses usados na decoração de louças domésticas pela fábrica holandesa Petrus Regout/Sphinx, de Maastricht entre 1836-1969.
Os decalques são lindos e tenho certeza que os inspirarão a fazer muitas pinturas lindas em porcelana ou em outro suporte.
Se quiserem conhecer melhor essa coleção, sugiro que visitem o site:
Como umescultor,KoheiNawaestá preocupadocom formase superfíciese como elas interagempara se tornarobjetos.
Suas esculturas, muitas vezesexploram a naturezatátil desuperfícies, como em sua"Pixcell'série(2002 -), no qual elecobre as superfíciesde objetos comcontas de vidrode vários tamanhos.A camada externasugere uma estruturamoleculare tambémfaz referênciasao pixelda tela do computador.
Como já fiz uma postagem com gravuras feitas nessa técnica, achei importante falar um pouco sobre o assunto. E então, aqui estão algumas informações que encontrei na internet.
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A litografia é uma técnica de impressão que utiliza uma pedra calcária de grão muito fino e baseia-se na repulsão entre a água e as substâncias gordurosas.
Termo de origem grega formada por lithos (pedra) e graphein (escrever). O termo foi criado pelo professor Mitterer em 1805, em Munique.
A litografia foi inventada pelo checo Aloysius Senefelder(1771-1834).
Senefelder 1818 — Litografia de Lorenz Quaglio (1793-1869)
Coube a Alois Senefelder o mérito de ter equacionado e sistematizado os princípios básicos da impressão a partir da pedra. Foi em 1796 em Munique, que Senefelder, autor de teatro de sucesso discutível, na procura de meios de impressão para seus textos e partituras, uma vez que não encontrava entusiasmo por parte dos editores, acabou por inventar um processo químico que permitia uma impressão econômica e menos morosa que os procedimentos gráficos da época.
A invenção abriu novos caminhos para a produção artística, significando também um enorme passo na evolução da impressão de caráter comercial.
Ao contrário das outras técnicas da gravura, a litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito através da gordura aplicada sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal.
Definição
Trata-se de um método de impressão a partir de imagem desenhada sobre base, em geral de calcário especial, conhecida como "pedra litográfica". Após desenho feito com materiais gordurosos (lápis, bastão, pasta etc.), a pedra é tratada com soluções químicas e água que fixam as áreas oleosas do desenho sobre a superfície.
Pedra litográfica.
A impressão da imagem é obtida por meio de uma prensa litográfica que desliza sobre o papel.
Modelo de prensa litográfica.
A flexibilidade do processo litográfico permite resultados diversos em função dos materiais empregados: em lugar da pedra, cada vez mais são usadas chapas de plástico ou metal, em particular de zinco.
O desenho, por sua vez, altera sua fisionomia de acordo com o uso de pena, lápis ou pincel. Testes de cor, texturas, graus de luminosidade e transparência conferem às litografias distintos aspectos.
De extensa aplicação na indústria como processo gráfico - por meio do offset -, a litografia é testada por artistas de diferentes épocas. Francisco de Goya (1746-1828) emprega a litografia no período final de sua vida quando realiza, entre outros, a série Touros em Bordéus. Thédore Géricault (1791-1824), Eugène Delacroix (1798-1863) e Honoré Daumier (1808-1879) são outros exímios na técnica. Daumier, particularmente, executa a litogravura na maior parte de sua obra - calcula-se mais de 4.000 -, sobretudo em seus cartuns políticos e charges sociais. Edvard Munch (1863-1944), por sua vez, reproduz uma série de pinturas de sua própria autoria, como a famosa tela O Grito, que passa à litografia, em 1895, e Melancolia, 1896. A litografia em cores mobiliza o interesse de artistas franceses como Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901), Pierre Bonnard (1867-1947) e Édouard Vuillard (1868-1940), influenciados de perto pelo sucesso das xilogravuras japonesas. Na Inglaterra é possível lembrar as estampas simbolistas de William Blake (1757-1827) e as imagens de James Whistler (1834-1903).
Encontrei um vídeo muito bom e acho que poderão ter uma idéia melhor sobre o processo litográfico.
Haveria outra flor tantas vezes retratada por artistas do mundo todo e em todas as épocas?
Em que se baseia o fascínio que essa flor exerce sobre o olhar atento dos artistas?
Seria a sutileza de suas curvas? Acredito que esteja mais para a beleza do conjunto, resultado do cuidado da natureza em dobrar umas sobre as outras, pétalas de delicadeza e perfume que conquistam nosso olhar e inebriam nossos sentidos.
Adoro o Natal, essa sempre foi para mim a data mais especial do ano. E devo esse sentimento a minha amada mãe que sempre soube torna-la mágica para mim e minha irmã, apesar de todas as dificuldades da vida.
Então para vocês alguns riscos lindos para que possam soltar a criatividade e criar decorações maravilhosas!